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Matrinxa

Matrinxã. A fauna aquática amazônica abriga milhares de espécies de peixes – fonte tradicional de proteínas para as comunidades indígenas e populações ribeirinhas. A pesca sempre foi feita em regime extrativista, para consumo local. A piscicultura, porém, vem crescendo e, graças a técnicas modernas de cultivo em cativeiro, várias espécies do cardápio regional passaram a ser introduzidas e comercializadas em outras áreas do país. É o caso do matrinxã, peixe de escamas, coloração prateada e corpo alongado, capaz de atingir 80 centímetros de comprimento e cinco quilos de peso. Encontrado tradicionalmente nas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, o peixe se adapta bem ao ambiente dos criatórios. No rio, tem preferência pelo consumo de frutos, sementes, insetos e peixes pequenos. Em cativeiro, pode ser alimentado com ração peletizada para peixes carnívoros. O uso de hormônios para a reprodução induzida do matrinxã é uma prática complexa, que necessita de tecnologia específica e, portanto, reservada para quem já é profissional. As informações foram consultadas junto a Geraldo Bernardino, da Secretaria de Produção Rural do Estado dos Amazonas.
Este gênero é formado por peixes onívoros que se alimentam de folhas, frutas e sementes, assim como de insetos e pequenos peixes. Fazem parte, do gênero, a piraputanga (Brycon hilarii = Brycon microleps), a pirapitinga (Brycon opalinus) e o matrinxã ou jatuarana (Brycon amazonicus = Brycon cephalus). A piraputanga ocorre na bacia do Rio Paraguai; a pirapitinga, em rios da Mata Atlântica; e o matrinxã na bacia Amazônica. A piracanjuba (Triurobrycon lundii), que ocorre nos rios Grande e Paraná, também é incluída no gênero como Brycon orbignyanus. A piabanha (Brycon insignis) ocorre no Rio Paraíba do Sul.

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