alimentadores automaticos pêndulos

Alimentação de peixes a noite parte 2

É possível que os peixes, especialmente tilápias se alimentar, quando estão com fome?
Sim é possível. E como construir um alimentador a demanda de alimentação para peixes?
Neste post, vamos aprofundar a resposta para a primeira pergunta e no próximo vai abordar a segunda.

Tome inspiração. A diminuição dos custos do trabalho, utilizando alimentadores automáticos na alimentação de frango tornou possível o desenvolvimento da avicultura em grande escala e acreditamos que também permitem que os agricultores a fazer o mesmo em suas criação de tilapia.

Mas como conseguir isso na piscicultura? Existe tecnologia para isso?

Se os peixes são basicamente alimentado através de três métodos: Alimentação manual , alimentadores automáticos e alimentar a demanda, como dizem os especialistas.
Algumas breves notas para cada sistema.

Alimentação manual: Esta é a forma como todos os agricultores micro, pequenas e médias de peixe para levar alimentação em suas criação de peixes.

Contratar alguém para fornecer tantas vezes as suas rações em cada lagoa da piscicultura. Este sistema é bom quando você ta começando, e você precisa para ganhar experiência.
Ele tem limitações quando a piscicultura começa a crescer e aumenta o número de lagoas.Mais pessoal permanente deve ser contratado para este trabalho.

 

Para alimentar à noite o peixe teria que contratar mais pessoas para o turno da noite, que é muito caro.
Auta demanda de energia.

Com este sistema você começa a alimentar os peixes em um monte de lagoas. Menciona-se em estudos realizados pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista, São Paulo, Brasil, que várias espécies de peixes tropicais, incluindo tilápia ( Oreochromis niloticus )

responder “surpreendentemente” bem em um poder maior na frequência que inclui a alimentação noturna
( -se a 12 vezes em 24 horas) e este sistema permite dia de alimentação e noite para chegar a este número de porções. Os resultados da sua pesquisa indicam que este método é superior ao do método manual.

Eu recomendo estes dispositivos mais para a alimentação de alevinos e juvenis não são usados.

alimentadores automaticos pêndulos

Mas a partir de 70-100 gramas são melhores para usar alimentadores automático de demanda pêndulo.
No entanto, são difíceis de ter ambos os dispositivos vamos fabricar 1 e se você decidir comprar alimentador automático

 

Os Alimentadores de Demanda Tipo pêndulo

  1. São frequentemente utilizados para a engorda de tilápias em tanques rede, em caixas e lagoas. Eles são relativamente baratos e não necessitam de electricidade. Este tipo de dispositivo requer monitor de computador de fornecimento de ração para peixe, e pode ser usado como manual de dispersão.
  2. Você pode usar qualquer tipo de alimento em pelotas flutuantes extrudados seco, mas peletizado recomendado, pois reduzem o risco de ligar o alimentador através da desintegração das pastilhas como os salpicos de água.
  3. sistemas elétricos, tais como alimentadores de dispersão pode distribuir as pelotas na superfície da lagoa e permitir um controle apertado da taxa de alimentação.

 

 

(como há venda no mercado) tem que investir uma pequena fortuna que muitos agricultores micro e pequenas não têm.

Talvez um produtor médio ou grande tem recursos suficientes, mas deve ser justificada a comprar de um mercado grande, segura e rentável em vez de um micro agricultor ou um pequeno empresário que está pensando sobre a partida, a comprar destes dispositivos vai sufocar as suas possibilidades económicas limitadas.

Outra desvantagem que vejo é que a nublado ou quando, por outras razões, o peixe não são dias de fome, esses dispositivos alimentador automatico ainda “jogando ração” sobre a lagoa e isso resulta em fator de conversão alta = perdas para o agricultor, porque eles usam um temporizador alimentador automático fixo a lanço

Quando dizemos “power on demand” queremos dizer que os peixes irá alimentar sempre que quiserem, sozinhos. Existem muitas empresas que oferecem dispositivos que fornecem alimentos tilápias ativar.

No entanto, você pode facilmente construir e com um investimento insignificante de dinheiro um alimentador de peixes sua boca ativar cada vez que os peixes sentir fome, que aprender a fazer depois de alguns dias de esforço.

Para alimentar alevinos e peixes juvenis não funcionam, porque eles não têm peso corporal suficiente para mover o gatilho.

Eles são recomendados a partir de 70-100 gramas. O tamanho do lago não importa. Nós apenas temos que calibrar adequadamente a saída para não baixar o alimento com um movimento suave de água, vento ou peixe que passa. Podemos colocar comida para cerca de 3 dias e 3 noites.

Nós também pode colocá-los uma escala para medir a quantidade consumida diariamente. Uma pessoa pode alimentar desta forma uma grande quantidade de lagoas ou unidades de produção. 6, 12, 18 lagoas, não importa e ainda tem tempo para fazer outras coisas na fazenda, que conseguiu uma importante redução de custos de trabalho, e aproveitamos a noite para alimentação de suas tilápia e sem pagar os trabalhadores do turno da noite.

Isso é menos tempo para atingir o tamanho comercial e maior eficiência nos factores de conversão, já que apenas será alimentado quando está com fome.

Eu não descobrir a água com açúcar, mas eu acho que se nós implementá-lo em nossos projetos diante de nós um mundo de novas idéias que levarão ao crescimento acelerado dos nossos sistemas de produção com uma fração do custo de alimentação manual. É maravilhoso!

No próximo post (que já elaborado) o procedimento para a construção de Alimentadores de Demanda Tipo pêndulo. Eu construí um facilmente, eu testei e funcionou muito bem.

Agradeço Tiago F por importunar muito com isso, graças a sua persistência Hoje vamos compartilhar isso com todos. Por favor, deixe-me seus comentários, e avisem outros sobre este local. Espero mil Likes !!!

Desafio Special: Para Tiago F, Shayene Marzarotto, Andre Muniz  e todos os que se atrevem: Se voce fizer, eu oferecer assistência personalizada sem nenhum custo via e-mail, mais ilustrações e conselhos práticos.

O que exigem em troca? Assinar essa newsletter, nós compartilhamos fotos, vídeos sobre a sua evolução e os resultados da alimentação se inscrever. Você aceita?

alimentação de tilapia

Alimentação de tilapia sob demanda ou Avontade

Alimentação de tilapia sob demanda ou Avontade. Neste boletim eu vou te dizer algumas considerações sobre a alimentação de tilápia por saciedade, sob demanda, ou como dizem os estudiosos “A vontade”. Este método é o que eu considero caro, trabalhoso, mas também permite melhores conversões usando tabelas de cálculo de ração.

alimentação de tilapia

Tilapia como muitas outras espécies tropicais consumir alimentos concentrados que são bastante caros em relação aos alimentos que foram fornecidos antes de tomá-los, muitas vezes de resíduos de culturas ou outras características das actividades agrícolas.

Algumas semanas atrás  publiquei um post informativo institulado “Como alimentar a minha Tilapia” em que eu coloquei meus pontos de vista sobre a questão do cálculo os alimentos com base no uso de tabelas.

Hoje vou dizer -lhe algumas considerações interessantes em uma técnica ligeiramente diferente.

Se você ainda não se inscreveu para meus boletins de notícias livres, você pode fazê-lo preenchendo aqui agora.

Esta técnica baseia-se a não calcula nada. Nem rações diárias, ou sub porções, ou peso médio, ou biometria. A alimentação da tilápia até que eles fiquem cheio e não querendo mais. Esta técnica é assustadora para muitos técnicos e, especialmente, para muitos investidores ou proprietários de piscicultura e não é uma causa deste post entrar discutir o porquê. A foto acima é um exemplo do que não fazer o seu gerente de propriedade.

Esta técnica é muito simples. Responsável por fornecer os alimentos devem usar as idéias que eu descrevi no meu post anterior, exceto que ele não vai calcular a ração diária. Então você diz distribuir a comida bem na lagoa sempre alimentado. Eles podem ser três, quatro, cinco ou seis porções de duração ou de luz do dia fotoperíodo horas. Esse período geralmente varia seis horas – seis horas na maioria dos países estão localizadas nos trópicos.

Você deve perguntar ao seu administrador da propriedade para manter um registro diário do tempo que apareceu o primeiro raio de luz eo tempo de o pôr do sol no horizonte. Além disso, o consumo obrigatório registar cada vez a comida eo total acumulado é fornecido a cada dia. Esta, a fim de fazer uma gestão adequada da produção agrícola. Aliás, se você já produzidos em sua fazenda, você tem que se inscrever para este curso hoje, aproveitar o desconto exclusivo para os leitores deste blog.

Você deve prestar atenção para o detalhe mais importante desta técnica: os peixes se alimentam melhor durante o dia, natural ou artificial.

O documento, ler e estudar a influência da luz sobre o apetite de tilápias terminei de escrever outro post interessante para algum tempo. O título é “Noite do Poder Tilapia”. Se você quiser  lê-lo, clique aqui.

A luz é vital para promover o apetite saudável de seu fator de tilápias, é recomendável que você verifique registros diários para verificar se as horas em que o sol está no seu brilho máximo é onde você tem o maior consumo de alimentos. Você deve sempre monitorar quem forneceu o alimento que o peixe não só ser jogado, mas deve colocá-lo em pequenas porções bem distribuídas em toda a área da lagoa. Este alimento deve ser consumido em cerca de cinco ou dez minutos até que você já não vê alimentos flutuante para voltar a jogar mais. Você deve parar esta ação para fornecer-lhes comida quando você começa a ver depois de cerca de 15 minutos o ritmo frenético da oferta começa a diminuir. Isso significa que eles já estão começando a preencher.

Há puxando vê cada vez menos até que você já não vê tilápias que saem para comer. É hora de manter a comida para alimentar a próxima oportunidade será em uma hora e meia ou duas horas.

O princípio subjacente a esta técnica é que, durante o decorrer do dia, em explorações a céu aberto e especialmente nos meses de inverno, a quantidade de luz solar continua a ser variável, de modo que não é rentável para fornecer uma quantidade fixa foi calculada “vários dias”. Só eles recebem o que eles estão dispostos a comer estimulada pela quantidade de luz disponível no ambiente.

Lembre-se, ele é importante aprender estes detalhes para alcançar a rentabilidade do seu negócio. Se você quiser para saber mais sobre clique aqui.

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Você tinha de ler antes sobre tilápia alimentação noturna? Você acha que você pode usar esta técnica em sua fazenda? Escreva suas perguntas ou comentários abaixo. Compartilhe com os seus contactos, obrigado.

consultoria para criação de peixes na piscicultura

Consultoria Para Iniciar Criação de Peixes

(A era da interpretação)

Um par de horas conversava com um empregador. É o meu cliente. Eu estou aconselhando para iniciar criação de peixes tilápia (Oreochromis niloticus), no Leste do meu país, Brazil.

 

No decurso de uma conversa interessante sobre o seu projeto eu disse a ele que estamos na era da informação, muito gentilmente me corrigiu e disse-me que é mais do que isso, é a era da interpretação.

 

Por que diz isso? “Eu questionei um pouco intrigado com esta afirmação.

 

A respondi da seguinte forma, sempre amigavelmente, mas com firmeza e segurança que você começa a experiência dos anos vividos e depois de muito pensar sobre o assunto.

 

“Por enquanto há milhões de documentos e ebooks disponíveis nos sites da internet. A informação está disponível para quase todos no mundo livremente, mesmo que você pode fazer cursos gratuitos universidades de prestígio.

 

E esta informação é duplicada ou corrigida muito rapidamente. Talvez eu não tenha terminado de ler um livro, quando alguém postar uma teoria nova ou melhor.

 

O que os empresários como eu procurando alguém qualificado para ajudá-lo a interpretar a qualidade da informação e apresentar uma forma simples e prática.

 

Por exemplo, eu comprei um curso on-line por US $ 600 sobre o cultivo de tilápia. Comprei-o em uma universidade australiana. E eles me enviou foi o acesso a um portal com centenas de vídeos, ebooks e links para outros sites que contêm milhares de dados bibliográficos.

 

Claro que era bom. Mas eu estava procurando alguém que me simpificara informação e pesquisa, descobri seu site consultoria personalizada. E olha o que conseguimos hoje. ”

Tanto para o meu cliente disse em referência a este assunto.

Dito pelo meu cliente parece muito semelhante às palavras do falecido Dr. Stephen Covey em seu famoso livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”. Ele disse:

“… A próxima será a idade da sabedoria”.

 

Quem somos desenvolver atividades educacionais de consultoria, formação e transferência de tecnologia não deve sobrecarregar com demasiada literatura ou informação aos nossos clientes ou estudantes. Antes de apontar para entender claramente cada tópico, para resolver os problemas que procuram os nossos serviços.

 

Este é um truque que muitos consultores de usar. Desordenar informações para dar a aparência de intelectualismo ou ter uma grande biblioteca. No entanto, na opinião do meu cliente, além de todo bom treinador foi interpretar adequadamente as informações e apresentá-lo interessado na prática.

Espero que esta reflexão contribui para a saudável e aberta nesta nova era de debate interpretação.

Se você estiver procurando por um consultor e quer para saber sobre o meu programa Clique aqui.

cordiais saudações a todos!

Suplemento Probióticos nutriçãoe alimentação de peixes

Suplemento Probióticos na Alimentação de Peixes

Uso de suplemento probióticos na alimentação de peixes tilápias para aumentar a produtividade.

Alimentação de Tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus), o que representa 60% dos custos totais.

Isto levou nutricionistas para encontrar novos ingredientes alternativos para reduzir custos ou nível representando alimentos. Vendo que a aquicultura progride rapidamente para se tornar a próxima fonte de fornecimento de proteína de peixe, em vez de negócios de pesca está aparecendo muito bom.

Mas como a produção de aquicultura continua a acumular, então doenças estão presentes prejudicando a rentabilidade desses projectos e para chegar a alcançar um desenvolvimento ideal e rentável desta indústria que é necessária a realização de melhores práticas de produção que vão de mãos dadas com a biossegurança , reprodução e alimentação de peixes.

Para a indústria de alimentação aquicultura é importante para desenvolver alimentos funcionais que melhoram a capacidade digestiva e revigorado, permitindo que os peixes de viveiro para lidar com a doença.

Assim visto, os aditivos capazes de proporcionar uma microflora intestinal seguro, estável e saudável, têm o potencial de influenciar diretamente eficiência digestiva de peixes e resultado natural da promoção do crescimento eficiente.

uplemento probióticos na alimentação de peixes tilápias para aumentar a produtividade.

Melhorar a saúde intestinal fará uma barreira natural contra infecções, doenças e agentes patogénicos que entram no trato digestivo, impedindo o estado imunitário dos peixes é diminuída é formado, isto conduz a uma melhor resistência à doença.

Eu dei a tarefa de traduzir e comentar para você os resultados obtidos pelo Dr. Giovani Sampaio Gonçalves e foram recentemente publicados na seção da revista Saúde e Bem-Estar Animal da aquicultura mundial advogado .

Em resumo, os resultados Suplemento Probióticos em tilápia engorda em tanques rede em condições de laboratório revelaram que o uso de promotores de saúde intestinal é positivo em termos de desempenho e rentabilidade do campo.

O objetivo deste estudo foi avaliar a taxa de sobrevivência, a microbiota intestinal, a integridade da mucosa, ea qualidade de carcaça de juvenis de tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus, depois de 80 dias sendo alimentados com uma dieta contendo aditivo probiótico (Bacillus cereus 4.0 × 108 CFUg subtilis e Bacillus -1 4,0 × 108 CFUg-1), à razão de 4 g / kg de ração peletizada. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com dois tratamentos: um grupo controle e um grupo alimentado com a dieta mencionada. A avaliação da taxa de sobrevivência, foi realizada a análise da microbiota intestinal por cultura microbiológica, análise histomorfométrica da mucosa intestinal e da análise química da carcaça. Os resultados mostraram que tilapias do grupo tratado apresentaram maior taxa de sobrevivência relativa (P <0,05) do que o grupo controle, maior número de unidades formadoras de colônias (P <0,05) em relação a colonização intestinal por B. cereus e B. subtilis, e maiores taxas de mucosa intestinal integridade (P <0,05), avaliada por histomorfometria. Quanto a este último, o grupo a ser alimentados com rações com aditivo probiótico foi observado a ter maior e maior vilosidades, além de ter um maior número de células caliciformes que o grupo controle. No que respeita à qualidade da carcaça, os resultados mostraram que não havia interferência positiva (P <0,05) do probiótico no grupo tratado em comparação com o grupo de controlo como no que diz respeito aos níveis de proteína e extrato etéreo. Estes resultados permitem afirmar que a suplementação com probiótico, como testado nesta experiência, conduziu à colonização intestinal por bactérias benéficas e resultou em maior taxa de sobrevivência relativa, diminuiu a descamação da mucosa e ajudado no aumento do número de células caliciformes

Como citar este documento

Mello, Hurzana de et al. Efeitos benéficos de probióticos no intestino de juvenis de tilápia-do-nilo. Pesquisa Veterinaria Brasileira, v. 33, n. 6, p. 724-730, 2013. Disponível em: <http : //hdl.handle.net/11449/76301>
Tambem

Este estudo foi realizado em tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus PRESENTE linha), e foi realizada pelo Instituto de Pesca, na região de São Paulo no Brasil.

Tilápias alimentadas com suplemento modulador intestino mostrou parâmetros de produção melhoradas conseguindo um aumento de 4,7% na sobrevida, 2,8% maior do que o peso final. A biomassa colhida foi de 7,7% significativamente maior para o grupo em estudo que o grupo controle.

Mas para convencer a alta administração das empresas que a relação entre custo e eficiência de negócios é positivo para a empresa, que são obrigados avaliações de campo comercialmente. Se você precisar de suporte para seus ensaios técnicos adequadamente, não hesite me avise, eu tenho o programa mais completo Suplemento Probióticos e económica Consultoria Virtual.

Durante o teste atual, as condições eram a favor e nenhuma doença durante a engorda, resultando em uma excelente colheita. Devemos ver se inóculo submetendo os resultados são consistentes, embora estudos em outros países têm mostrado que até mesmo aumentar.

promotores de saúde intestinal utilizados neste estudo solicitado sobrevivência melhorada, o crescimento, a conversão e a composição da alimentação, o que resulta numa melhoria de 7,7% na produtividade. E o mais importante, demonstrou-se que o aditivo alimentar relatado 9,9% mais renda para os agricultores que retornam de 2,2% sobre o investimento.

Para muitas pessoas esses números podem parecer muito pouco, mas como esta indústria aumenta, os preços vão à concorrência no mercado e este é o lugar onde uma pequena quantidade pode fazer a diferença entre permanecer no negócio ou fechar.

Que experiências você tem conhecimento ou informação sobre a utilização de probióticos? Deixe seu comentário ou pergunta na seção de comentários abaixo, obrigado.

PS: Eu também quero pedir-lhe para compartilhar em suas redes sociais ou enviar por correio este boletim, a certeza de ser de interesse para alguém do seu círculo.

ALIMENTAÇÃO DOS PEIXES

Tilápia Alimentação Noturna

Estudos mostram que a tilápia alimentadas dia e noite realiza melhores rendimentos e os fatores de conversão alimentar em comparação com aqueles que foram alimentados apenas durante o dia. Isto significa que podemos levá-los para o mercado em menos tempo e que a ração vai ser melhor utilizada, todos procuramos economias substanciais e aumentaram rentabilidade do projeto de piscicultura.
Alimentação des Peixes tilapia anoite

Oportunidade Vs Cambio de Paradigma

Eu acho que para todos os piscicultures esta ideia por si só deveria representar um mundo de possibilidades para reduzir o tempo de crescimento do peixe, aumentar os ciclos de cultivo em um determinado período de tempo e aumentar a rentabilidade, mas também significa uma mudança de paradigma fortemente enraizada na mente .

Como muitas pessoas não falar sobre a alimentação noturna de tilápias eu me pergunto, Estou louco para falar sobre isso? Eu estou sozinho neste barco ou outra pessoa vai pensar como eu sobre este assunto? Eu realmente espero que para obter feedback para saber o que você pensa e eu não estou sozinho.
tilapia alimentação noturna
Eu me dei a tarefa de investigar esta questão porque me causou mais de algumas noites sem dormir por um par de anos atrás, como a emissão de tilápias alimentam-se.

O que eu encontrei me surpreendeu e eu decidi compartilhar abaixo.

É possível alimentar Tilapia a noite?

Se. Em uma tese na Faculdade de Zootecnia da Universidade Estadual Paulista, São Paulo, Brasil, estudos de alguns pesquisadores que testaram vários tratamentos, incluindo o dia de energia convencional e noite são mencionados. Toguyeni, et al, 1997, indica que a tilápia é a sua atividade alimentar fortemente ligada ao fotoperíodo, mostrando o aumento da atividade ao amanhecer e no fim do período de luz.

No entanto, Baras et al, (1995) concluiu que em estudar tilápia nilotica juvenil, obteve uma elevada taxa de crescimento e a conversão alimentar de baixo durante a noite em comparação com os peixes que receberam alimentos durante o dia. Então, eles foram alimentados ao longo do dia, incluindo durante a noite.

Os resultados não mostraram diferença estatística em favor da alimentação noturna tratamento. Este é um assunto novo e fascinante porque abre as possibilidades para encurtar os ciclos de cultivo e aumentar a produtividade por unidade de produção, entre outros.

Em outro estudo em todo o mundo, o Dr.  Ram C. Bhujel de l Instituto Asiático de Technol logia (AIT), perto de Bangkok, Tailândia, estudou  os efeitos de iluminação noturna no crescimento e produção de tilápia do Nilo .

Os resultados indicam significância estatística para tanques que recebem rações comerciais. O peixe que foram alimentados tanto de dia e de noite foram de 25% maior (P <0,05) no desempenho de peixe em comparação com o grupo alimentado único dia de peixe.

Os fatores de conversão também foram menores para o grupo alimentado durante a noite iluminada em relação aos peixes alimentados único dia peixe. Como explicamos em boletins anteriores, fatores de conversão mais baixa de alimentação indicam que os nossos peixes estão comendo melhor e que os nossos custos de alimentos para uma libra de peixe são menores.

A fonte de luz utilizadas foram luzes de néon, que são muito populares hoje em dia por causa do seu elevado potencial de poupança de energia. Só posso esclarecer que eu ainda não testei esta tecnologia, mas estou para fazê-lo nos próximos meses em minha piscicultura em tanques rede criação. Eu decidi combinar as duas tecnologias são alimentação noturna demanda alimentadores automáticos e da oferta. Quando obter alguns resultados vou discutir em breve.

Por agora peço-lhe para me deixar saber que leram este post pode me deixar um comentário ou consulta. também aproveitar esta oportunidade para pedir-lhes para enviar o link do site para os seus amigos ou conhecidos que possam estar interessados nessas questões. Ao fazê-lo me ajudar a aumentar o tráfego para o site e que eu possa continuar me mantendo na linha tudo sobre criação de peixes.

 

Bibliografia
Ram C. Bhujel, Ph.D.  Aquicultura e Recursos Aquáticos,  Escola de Meio Ambiente, 

Recursos e Desenvolvimento,  Asian Institute of Technology,  PO Box 4, Klong

Luang  Pathumthani 12120, Tailandia

como fazer Biometria de peixes

Biometria de peixes como fazer

Boas hoje vou falar um pouco como fazer biometria de peixes para alimentar peixes. sabe o que é a biometria.

Biometria serve para saber qual é o peso e tamanho  na criação de peixes Com a biometria você poderá  avaliar o andamento da sua criação de peixes e acompanhar a tabela de alimentação para peixes além de ser muito prazeroso O dia-a-dia da piscicultura vendo o crecimento do seu envestimento.

Como fazer biometria

Para fazer biometria serão necessários alguns equipamentos como balança  Passar-água  mais conhecido como puçá  uma placa de pvc branca para escrever as anotações dos pesos obtidos, Saco perfurado para colocar os peixes ou baldes. Eu prefiro o saco pois os peixes não saltão, um barco e cordas para algumas amarrações necessárias.

biometria em tanque rede  antes de iniciar a biometria os peixes devem estar em jejum no mínimo 24 horas, é recomendável 48 horas É muito recomendado o jejum Porque a ração poderá influenciar grandemente no peso final da final da biometria.

Além de evitar grande  estresse no cultivo  no seu hábito alimentar Exemplo imagine que você pegou os peixes os peixes foram alimentado durante todo o dia e no fim da tarde você resolveu fazer a sua biometria de peixes feito a biometria, no dia seguinte os peixes não não comeram quando jogar a ração vai subir poucos peixes isso se chama estresse no cultivo além dele fica vuneravel a bactérias na água e prolifera doenças

Para uma boa biometria dos peixes deverá ser colhido no mínimo 10% dos peixes no tanque.

como fazer Biometria de peixes

Recomendo que seja feita 5 amostras não podemos selecionar peixes tamanhos variados grandes pequeninos é só colocar o passaguá e retirar os peixes não podemos escolher.

Cada amostra deverá ser escrita o peso e a unidade de peixes contida no saco e ser anotada na placa de pvc ou papel recomendo PVC pois não irá molhar.

Com os números de peso obtido durante a 5 pesagens vamos somar todos os peixes Ex: 1,200+1,400+1,100+1,800+1,374 = 6,874Kg e dividir pelas unidades das cinco amostras Ex: 30 juvenis de peixes 30 / 6,874 = 0,229 gramas o resultado final será peso o peso médio do seu tanque 0,229 Kg.

Com esses dados da biometria de peixes podemos avaliar o cultivo  como biomassa total quantos quilos de peixe tenho em minha piscicultura ganho de peso vs kilo de ração oferecida

Como eu já disse anteriormente a biometria é essencial para  o controle da produção para avaliar o custo do investimento que está a fazer.

após você realizar a sua biometria de peixes é normal morrer alguns peixes até 48 h pois no manejo algum deles ficou machucado  mas não se preocupe não traz prejuízo para o piscicultor.

Se você está iniciando agora na criação de peixes aconselho que faça a biometria pelo menos  uma vez ao mês com o passar do tempo você irá criar experiência, e vai saber o peso do peixe só de olhar para ele. Você vai saber qual a quantidade de ração jogar sem fazer a biometria de peixes uma dica que eu posso aconselhar eu utilizo muito quando saio de casa há sentido de minha piscicultura, vejo que o tempo tá frio ou quente se tiver frio vou e falo com migo mesmo meu peixe não vai comer nada hoje Se tiver quente e já falo coisa boa porque coisa boa  quanto mais ele come mas ele engorda.

Feito a primeira biometria de peixes eu já sei qual a quantidade  média que devo ofertar então vou jogando aos pouco a ração, observando alimentação da criação vejo que estão comendo  afubiados se debatendo na água.

Então vou jogando mais ração quando foi diminuindo alimentação paro de jogar ração geralmente deixo pouca ração a flor da água se a ração permanecer por mais de 10 minutos sobre a água significa que você deva diminuir a ração.

alimentando-peixes-em-tanques

Hoje em dia esta é a técnica especial para alimentação de peixes utilizada por grandes piscicultura.

se este tutorial foi o último para você compartilhe curta assim  motiva-me a escrever mais deixe seu comentário com suas dúvidas para que eu tenha mais De novos posts.

criação de peixes em tanques rede

Piscicultura em tanques rede

Como Criar Peixes em Tanques Rede Piscicultura em tanques rede são estruturas flutuantes utilizados para criação de peixes, em rede ou telas revestida, com malhas de vários tamanhos e também pode ser confecionados com diversos materiais, permitindo a passagem do fluxo de água e dos dejetos dos peixes.

oque é tanque rede

Bons tanques rede deve ser elaborados com materiais leves e não cortantes para facilitar o manejo e apresentar resistência mecânica e á corrosão.

A piscicultura intensiva de criação de peixes em tanques rede esta se tornado cada vez mais popular, hoje em dia e preciso saber as

vantagens e desvantagens piscicultura em tanques rede.

Vantagens

  1. Menor investimento por kilo de peixe produzido
  2. Rápida implantação e expansão da piscicultura
  3. Possibilidade de uso racional de usinas hidréletricas
  4. Possibilidade de colheita o ano todo
  5. intensificação da produção menor ciclo devido a temperatura mais constante na água
  6. Manejo simplificado (biometria, manutenção, controle de predadores, despesca, e muito mais
  7. Facilidade de observação diária da criação de peixes permitindo a descoberta de doenças

Manejo simplificado (biometria, manutenção, controle de predadores, despesca, e muito mais.

Desvantagens

  1. Dificuldade na legalização do empreendimento
  2. Dependência absoluta de ração
  3. Dificuldade no tratamento / controle de doenças
  4. Grandes ocorência a roubos ou furtos atos de vandalismo e curiosidade popular

Como escolher o local para implantação do sistema criação de peixes em tanque rede?

Para saber como criar peixes em tanques rede, alguns cuidados sobre as condições de implantação da piscicultura devem primeiramente ser avaliados pelo criador.

  1. Deve se ter atenção com a qualidade da água
  2. Variações no nível da água
  3. Existência de corrente na água
  4. Ventos e ondas
  5. Um bom acesso a piscicultura com veículos

Além dessa parte física mencionada, o criador antes de implantar sua piscicultura em tanques rede também terá de fica atento ao mercado consumidor

É recomendado, apos alguns ciclos de produção, a mudança de local dos tanques rede, evitando que o acumulo de dejetos da criação interfira nos próximos ciclos

Em qual local não posso implantar minha piscicultura em tanques rede?

Locais situados próximos as culturas agrícolas cidades e industrias, não são indicados para a pratica de criação de peixes em tanque rede pois a água desses ambientes podem esta contaminadas com resíduos de defensivos agrícolas, esgotos domésticos e industriais que prejudicara sua criação de peixes e pro seguinte o sucesso do empreendimento.

Areas próxima a captação de água para abastecimento publico, locais onde haja navegação e vizinhos de clubes recreativos não são favoráveis a implantação de tanques rede.

 

Qual a profundidade certa para implantar piscicultura em tanques rede? 

Profundidade e Velocidade da água

Ambientes lênticos, como reservatórios representam lugares potencialmente aptos a criação de peixes em tanques rede especialmente quando possuem boa taxa de circulação de água.

Além da constante renovação da água recomenda-se que o local tenha profundidade de pelo menos uma vez a altura do tanque rede ate o fundo do reservatório ou seja tanques rede de 2 metros de altura o local deve ter pelo menos 4 metros de profundidade na sua conta mínima

criacao-de-peixes-tilapia-em-tanque-rede-como dimencionar tanques rede

Como dimensionar os tanques rede?

Para que tenha uma boa renovação de agua dentro dos é necessário que a corrente de agua passe pelos tanques de maneira que leve os dejetos

É importante que a água de um tanque rede não passe para um próximo, devido a consequente redução de qualidade, pelo carreamento dos dejetos e queda de oxigénio dissolvido.

Geralmente os tanques rede são posicionados em linhas, podendo ser uma única linha ou mais de uma.

Piscicultura em tanques rede

Quando for posicionar mais de uma linha, sugere-se manter uma distancia de 10 a 20 metros entre linhas.

A distancia recomendada entre os tanques rede e de uma a duas vezes o seu comprimento, por exemplo se o tanque rede medir 2 metros de comprimento, a distancia será de 2 a 4 metros entre os tanques rede.

Quantos peixes posso colocar no tanque rede por metros cubicos?

quantas-tilapia-colocar-no-tanque-rede

A densidade recomendada para tilápia na fase de terminação fica entre 150 a 250 peixes m3. A criação se dá em tanques rede de diversos tamanhos desde menores de 4 m3 até os maiores de 300 m3 A alimentação das tilápia varia de 32% a 55% de proteína bruta na ração sendo o peixes mais criado no brasil e o segundo mais criado do mundo.

criacao-de-tambaqui-em-tanque-rede

O tambaqui se adapta muito bem em tanques rede com fase de alevinagem ocorrendo em viveiros escavados de 600m2 20×30 num período de 50 dias com densidades de 14 a 16 peixes por m2 atingindo peso medio final de 30g.

Nesta fase, a alimentação e feita em 4 refeições por dia utilizando ração com 455 de proteína e granulometria de 1mm.

Apos a fase de cria, os alevinos são transferidos para os tanques rede 3x3x2,2m com densidade de 50 a 75 peixes m3 onde permanecem ate a despesca fase recria e terminação.

Nos tanques rede a alimentação inicialmente recebem ração com 36% de PB proteína bruta e 32% PB terminação.

criacao-de-surubim-em-tanque-rede

Surubim apesar de ser carnívoro esse adapta bem ao treinamento de ração com alto teor proteína.

Sua carne possui alta aceitação e ótimo valor de mercado para criação em tanques rede 3x3x2,2 costuma se utilizar entre 50 a 100 peixes m3

 

Navegue no site e turbine sua mente com os melhores tutoriais da internet, veja mais tabela de alimentação para peixes,  para me motiva a fazer mais tutorias deixe seu comentario ou duvidas isto ajuda muito pois eu gosto do que faço.

Tilápia vermelha genética melhorada Royal Fish

Tilápia vermelha genética melhorada Royal Fish

“A tilápia vermelha é mais atraente, vende mais. Lembra peixes marinhos e por isso ganha melhor aceitação”

Hoje, a tilápia é o segundo peixe mais cultivado do mundo, perdendo apenas para o salmão, e o primeiro no Brasil. A preferência nacional pode parecer estranha para quem não sabe o nome mais conhecido da tilapia vemelha é Saint Peter, muito presente em restaurantes e supermercados do país.

Trata-se de uma variedade de pele vermelha da mesma tilápia nilótica, que tradicionalmente é preta com listras mais escuras.

Na forma de filé não apresentam diferenças na cor e no sabor. O tamanho do mercado produtor e consumidor da tilápia no país mobiliza cientistas que pesquisam formas de melhoramento genético, doenças e tratamentos, até diferentes maneiras de comercializar o produto.

A variedade da tilápia vermelha foi trazida de Israel pela empresa Aquaculture Production Technology (APT) nos anos 1980.

O nome Saint Peter pegou como bombril para palha de aço ou xerox para fotocópias.

Compara o zootecnista e professor Alexandre Wagner Silva Hilsdorf, do Laboratório de Genética de Organismos Aquáticos e Aquicultura (Lagoaa), da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), na Região Metropolitana de São Paulo.

Ele foi um dos primeiros pesquisadores brasileiros a trabalhar com genética de tilápia ao coordenar a criação de uma nova variedade vermelha para resolver um problema da Indústria Brasileira do Peixe (conhecida pelo nome de Royal Fish), empresa de Jundiaí (SP) que produzia a Saint Peter no final dos anos 1990 e teve dificuldades em importar matrizes de Israel.

© EDUARDO CESAR

Tilápias jovens no Instituto de Pesca, e..

Tilápias jovens no Instituto de Pesca, e…

“No ano 2000, propus para os donos da empresa a importação de uma nova variedade de tilápia vermelha que eu havia trabalhado quando fiz meu mestrado no Instituto de Aquicultura da Universidade de Stirling, no Reino Unido, batizada de Red-Stirling, uma tilápia nilótica (Oreochromis niloticus) mutante que promove a ausência da coloração preta selvagem típica da tilápia.

A partir da importação dessa variedade tilapia vermelha, iniciou-se um programa de cruzamentos com a variedade Chitralada preta com o objetivo de melhorar geneticamente o desempenho em condições de cultivo da variedade vermelha vinda da Universidade de Stirling. O resultado foi uma tilápia geneticamente melhorado que atualmente  é comercializado pela empresa”, conta Hilsdorf (ver Pesquisa FAPESP nº 163).

Os experimentos e o desenvolvimento da nova variedade chamada de Royal Fish foram financiados por projetos do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe) da FAPESP.

Mesmo com o gosto e a cor do filé idênticos ao das tilápias pretas, as vermelhas chamam mais a atenção do consumidor nas gôndolas.

“A tilápia vermelha é mais atraente, vende mais. Lembra peixes marinhos e por isso ganha melhor aceitação”,

Explica Hilsdorf. Mesmo com desempenho de crescimento menor que a preta, a tilápia vermelha inteira da Royal Fish é vendida no criadouro por R$ 9,80 o quilo (kg), enquanto a preta por R$ 8,50.

Em São Paulo, a média do preço do quilo do peixe inteiro, no segundo trimestre de 2016, conforme um levantamento da Embrapa Pesca e Aquicultura, de Palmas (TO), foi de R$ 12,90, e o filé fresco, nos supermercados, de R$ 43,30. O preço varia de acordo com a região no Brasil.

No levantamento da Embrapa, a média de preços do quilo do filé – no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Paraná e Santa Catarina – ficou em R$ 31,23, e a do peixe inteiro, R$ 12,42.

© EDUARDO CESAR

...adulta dos tanques de criação da Barragem de Ponte Nova, em Salesópolis (SP)

…adulta dos tanques de criação da Barragem de Ponte Nova, em Salesópolis (SP)

 

 

 

 

 

 

“No final dos anos 1980, o peso comercial da tilápia era em torno de 500 gramas com cerca de seis meses de cultivo, dependendo da região.

Hoje, por exemplo, na região de Santa Fé, no noroeste paulista, as tilápias pretas cultivadas pela Indústria Brasileira do Peixe atingem 850 g em seis meses.

A variedade da tilápia vermelha desenvolvida pela empresa na primeira fase dos trabalhos de melhoramento alcança o peso comercial de 850 g em oito meses de cultivo, diz Hilsdorf.

“Com a experiência adquirida, estamos partindo para novos projetos de cruzamentos, associados a marcadores moleculares que são avaliados na UMC com alunos do curso de pós-graduação em biotecnologia.

Com mais conhecimento sobre regiões genômicas das tilápias poderemos selecionar peixes que possam garantir à prole as características que queremos para o melhoramento da variedade, tornando-a mais produtiva, com maior tamanho e rendimento de carne.”

Uma dessas linhas de estudo do pesquisador é a identificação de polimorfismos (diferenças na sequência de DNA) no gene do hormônio de crescimento da tilápia. “Já identificamos, com base na análise de quatro variedades criadas no Brasil, polimorfismos no promotor do gene do hormônio de crescimento e testamos a associação estatística das diferenças encontradas entre os peixes com crescimento.”

Outra linha de pesquisa voltada para a criação de tilápia envolve uma ferramenta que já é usada para a criação de bovinos. O veterinário José Fernando Garcia, professor da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araçatuba (SP), quer usar a sua experiência no desenvolvimento do chip de DNA bovino, usado comercialmente para selecionar melhores reprodutores em gado de leite. Ele está elaborando um chip para selecionar as matrizes de tilápias que são melhores reprodutoras com o objetivo de aumentar o rendimento do peixe em relação à produção de carne.

“Com um pedaço da nadadeira da tilápia conseguimos extrair o DNA e, em uma lâmina com sensores nanotecnológicos, iremos identificar e caracterizar pontos do genoma chamados de SNPs [sigla em inglês para singlenucleotide polymorphism, ou polimorfismo de nucleotídeo único], que são variações no DNA que permitem caracterizar individualmente cada peixe”

explica Garcia. “Com essa ferramenta será mais fácil, rápido e eficiente selecionar as matrizes. Cada casal de tilápia pode produzir de 200 a 300 filhotes por desova, três a quatro vezes por ano. O SNPchip vai facilitar o melhoramento genético da tilápia vermelha que ainda é incipiente. O melhoramento do salmão, em países como Chile e Noruega, já conseguiu dobrar o tamanho do peixe”, diz Garcia.

© EDUARDO CESAR

SNPChip: será usado para identificar marcadores genéticos em matrizes de tilápia

SNPChip: será usado para identificar marcadores genéticos em matrizes de tilápia

Para verificar a variabilidade genética das várias linhagens do mundo da Oreochromis niloticus, o grupo de Garcia está coletando o DNA de indivíduos que representam variedades comerciais ou não do peixe. Com as amostras de sequências do genoma serão identificados os marcadores genéticos.

Depois essas informações serão processadas e colocadas em uma lâmina de microchip pela empresa Illumina, da Califórnia, nos Estados Unidos.

Com essa lâmina será possível analisar simultaneamente centenas de milhares de marcadores da tilápia.

Esse produto deverá estar pronto em 2017”, avalia Garcia, que recentemente pediu a diminuição do tempo dispensado à universidade para tempo parcial com o intuito de se dedicar mais ao projeto na sua empresa, a Agropartners Consultoria.

As doenças da tilápia também são objeto de estudos no Brasil. O mais recente resultou em uma vacina contra a bactéria Streptococcus agalactiae, desenvolvida na Unesp de Jaboticabal.

O microrganismo provoca uma mortandade de peixes que pode chegar a 90% da produção na idade de pré-comercialização (cerca de 800 gramas).

Esse patógeno normalmente já está na água e contamina os peixes de forma oportunista quando eles ficam estressados com a superlotação dos tanques ou com a variação brusca de temperatura.

A infecção provoca alterações neurológicas na pele, olho saltado, além de sinais neurológicos, como natação errática, causados por meningoencefalite hemorrágica. O problema é enfrentado com antibióticos, mas o uso indiscriminado de medicamentos leva à contaminação da água e de mananciais.

“Existem várias vacinas contra a estreptococose no mundo, mas não temos informações sobre a industrialização, frequentemente por conta de segredos industriais. Como não há muita informação, nosso ex-aluno de doutorado, Paulo Fernandes Marcusso, propôs a sonicação, que é o uso de ultrassom como forma de inativação da bactéria, e a utilização de duas proteínas como imunógenos na vacina”, explica o médico-veterinário Flavio Ruas de Moraes, professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV) da Unesp, em Jaboticabal (SP).

“Nos testes que fizemos em laboratório, a taxa de sobrevivência dos peixes vacinados foi de 100%”, diz Marcusso, hoje professor na Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Além do Brasil, a bactéria foi relatada em criações nos Estados Unidos, Israel e Japão, explica Marcusso.

O próximo passo seria fazer testes em campo, o que demanda financiamento e comprometimento de uma empresa ainda inexistente.

© ALEXANDRE HILSDORF

Tilápia Royal Fish, resultado do cruzamento entre as variedades Red Stirling, vermelha, e Chitralada, preta

Tilápia Royal Fish, resultado do cruzamento entre as variedades Red Stirling, vermelha, e Chitralada, preta

Para combater as bactérias que possam infectar as tilápias e ainda ajudar no crescimento dos peixes, outra linha de estudo recai sobre a adição de probióticos, que podem ser bactérias ou leveduras, à ração, como mostram dois projetos realizados no Instituto de Pesca de São Paulo financiados pela FAPESP.

No primeiro projeto coordenado pelo engenheiro-agrônomo Leonardo Tachibana, foram utilizadas as bactérias Enterococcus faecium, Bacillus subtilis e Lactobacillus acidophilus para melhorar o aproveitamento da ração e aumentar a imunidade do animal e reduzir a infecção por doenças.

“Esse processo resulta em um crescimento de 6% a 8% do peixe”, afirma Tachibana. O E. faecium já é usado para aves e suínos misturado à ração com a mesma finalidade.

Tachibana diz que, embora não tenha números, o custo compensa a adição de probióticos na ração.

“Gastam-se apenas 200 gramas por tonelada de ração na fase juvenil do peixe.”

Em outro projeto no Instituto de Pesca em São Paulo, a bióloga Danielle de Carla Dias procura bactérias nas próprias tilápias nilóticas que possam inibir alguma doença do peixe.

Para isso, ela e um grupo de pesquisadores do instituto percorreram vários locais de criação no Brasil.

O resultado foi uma coleta de 1.125 espécies de bactérias encontradas nos peixes, obtidas da mucosa, pele ou intestino. “

Até agora, desde o início de 2015, coletamos essas bactérias e testamos 30, das quais quatro passaram nos testes porque demonstraram algum benefício”

Diz Danielle. “Pretendemos até abril de 2017 estar com uma bactéria probiótica específica para a tilápia e iniciar os primeiros testes em peixes.”

Ela realizou alguns estágios de pós-doutorado com apoio da Fapesp na Universidade de Málaga e também no Instituto Espanhol de Oceanografia, na Espanha, onde participou de estudos para encontrar uma bactéria probiótica para peixes marinhos e que hoje são utilizadas como aditivos em criações comerciais de lubina, linguado e dourada.

© EDUARDO CESAR

Tanques de criação em Salesópolis, onde a UMC realiza experimentos de cruzamentos para melhoramento genético

Tanques de criação em Salesópolis, onde a UMC realiza experimentos de cruzamentos para melhoramento genético

Filés e cubos
A forma de consumo do peixe também é objeto de investigação.

O último projeto Pipe coordenado por Hilsdorf foi destinado ao conhecimento do mercado consumidor da tilápia vermelha e o desenvolvimento de produtos processados com o peixe. O estudo que envolveu Royal Fish, UMC e Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), de Campinas (SP), foi iniciado em 2011 e recebeu também recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Finalizado em 2014, o projeto, entre outros produtos, gerou filés cozidos em forma de cubos e filés frescos com molhos de forma semelhante a produtos existentes no exterior. Os filés em cubos nas embalagens de alumínio, na forma de sacos semelhantes àqueles utilizados em molhos e massas, são inéditos no Brasil. Poderão ser consumidos em refeições ou na forma de petiscos.

“Fizemos filés cozidos de tilápia cortados em pedaços com salmoura. Depois de esterilizado, o produto é fechado e está pronto para uso”, conta José Ricardo Gonçalves, pesquisador do Ital.

Também foram realizadas várias sessões de percepção de sabor por parte de consumidores. O filé cortado em cubos e cozido obteve uma aceitação de 70% e um percentual de rejeição de 20%, sendo que 10% foram indiferentes. Depois dos estudos, a Royal Fish analisa quais produtos poderá lançar no mercado.

grafico-de-maior-produtor-de-peixes-do-mundo-2016

Crescimento intenso
Produção ascendente mostra a importância que a tilápia tem na aquicultura nacional

A tilápia é o peixe mais cultivado no Brasil. Em 2015 foram 219 mil toneladas despescadas (abatidas e comercializadas), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse número aumentou 9,7% em relação a 2014 e quase 10 vezes em relação a 1998, quando foram vendidas 30 mil toneladas.

As maiores regiões produtoras estão no Ceará, principalmente no município de Jaguaribara; São Paulo, nas cidades de Santa Fé do Sul e Rifaina; além de Toledo, no Paraná e Glória, na Bahia. Segundo o IBGE, a produção movimentou R$ 1,177 bilhão no ano passado.

Entre as variedades mais presentes no Brasil está a tilápia Chitralada, no país desde 1996, descendente de tilápias do Egito que foram selecionadas no Japão e posteriormente melhoradas na Tailândia.

A outra é a tilápia Gift, sigla para genetically improved farmed tilapia, originária de um projeto de 10 anos (1988-1997) da International Center for Living Aquatic Resources Management (Iclarm), atual WorldFish Center, com sede na Malásia, para produzir uma variedade de tilápia geneticamente superior.

Foi introduzida no país em 2005 por meio de uma parceria entre a Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, e o WorldFish Center, com colaboração do ex-ministério da Pesca e Aquicultura e da Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar).

O Informativo Mercado da Tilápia de fevereiro de 2016, editado pela Embrapa Pesca e Aquicultura, de Palmas (TO), indica que o Brasil exportou 171 toneladas de filé fresco de tilápia para os Estados Unidos em 2015, 97% do total do comércio externo brasileiro, no valor de US$ 1,3 milhão. Somente no primeiro trimestre deste ano, também segundo a Embrapa, as exportações ultrapassaram o período de 2015, com 188 toneladas no valor de US$ 1,5 milhão.

Projetos
1. Agregação de valor ao processo de industrialização do híbrido da tilápia vermelha (Oreochromis niloticus) (nº 2011/51143-0). Modalidade Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas / Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pappe-Pipe); Pesquisador responsável Alexandre Wagner Silva Hilsdorf (UMC); Investimento R$ 102.237,95 (Fapesp) e R$ 83.298,37 (Finep).
2. Avaliação genética e zootécnica de duas variedades de tilápia nilótica para o estabelecimento de um programa de produção massal de um híbrido (nº 2001/08416-4); Modalidade Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe); Pesquisador responsável Alexandre Wagner Silva Hilsdorf (UMC); Investimento R$ 123.642,39 e US$ 8.998,66
3. Seleção de microrganismos isolados de tilápia para utilização como probiótico em peixes (nº 2014/15390-1); Modalidade Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes; Pesquisadora responsável Danielle de Carla Dias (Instituto de Pesca); Investimento R$ R$ 142.089,84 e US$ 46.703,86.
4. Probióticos na alimentação de tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus (nº 2013/09731-8); Modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular; Pesquisador responsável Leonardo Tachibana (Instituto de Pesca); Investimento R$ 168.296,53 e US$36.739,96.

Doença da mancha branca em camarões

Doença da mancha branca em camarões

Doença da mancha branca confirmado em fazenda de camarão

Clique na bandeira para mais informações sobre a AustráliaAUSTRÁLIA
sexta-feira, dezembro 2, 2016, 23:00 (GMT + 9)

Uma exploração aquícola localizada ao sul de Brisbane foi colocado sob controlo de circulação após os resultados dos testes confirmaram um caso de doença da mancha branca (WSD) em camarões.

A medida ordenada pelo Biosecurity Queensland foi recebido pelo ministro da Agricultura Bill Byrne, após a confirmação dos resultados positivos para WSD de Laboratório de Saúde Australiano animal em Geelong.

“A Austrália é considerada livre do vírus e este é o primeiro caso confirmado que tivemos em um ambiente aquicultura. camarões infectados não apresentam qualquer risco para a saúde humana, e não há nenhuma sugestão de que qualquer produto atualmente no mercado é de forma alguma afectada “, salientou Chefe de Biossegurança Oficial de Jim Thompson.

O oficial explicou também que a indústria tem sido notificado e Biossegurança Queensland está no local trabalhando em estreita colaboração com os operadores agrícolas para garantir os processos de biossegurança necessárias forem seguidas, incluindo desestocagem completamente o local.

“Além disso, todo o movimento da água da fazenda foi interrompido enquanto os tanques afetados são tratados para minimizar qualquer risco de propagação”, Thompson afirmou.

Além disso, como parte da investigação em curso sobre a possível fonte da infecção, representantes de biossegurança estão realizando vigilância em outras operações semelhantes na área.

Atualmente, este parece ser um caso isolado e não terá qualquer impacto sobre os fornecimentos de camarão para a temporada de férias.

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Decreto contempla espécies exoticas de alta produtividade

São Paulo sai de uma legislação restritiva e impeditiva para uma proposta moderna e eficiente, abrangendo a realidade do setor e permitindo ao mesmo se licenciar e ser monitorado pelo Estado.  no final tem todas espécies listadas

 

O decreto contempla espécies exoticas de alta produtividade, como o Clarias, Pangassius, Vannamei, Kappaphycus, Gigas, tambem híbridos estéreis, e nativas alóctones como pirarucu.  E na lista de espécies poderão ser incluídas ou retiradas espécies mediante estudos científicos. Temos ai um grande mérito, inovador, que coloca o conhecimento a frete da questão que vinha sendo tratada de forma poética, apaixonada ou arbitraria, mas não técnica-científica.

 

Outros grandes avanços, são um eficaz cadastro em portal para os pequenos aquicultores ao invés de isenção pura e simples. A redução das taxas de Licenciamento e inclusão de sistemas de cultivo como em recirculação são tambémavanços importantes, como muitos outros detalhes impeditivos dos textos passados que foram melhorados.

 

Agora os produtores finalmente poderão (e deverão todos no prazo de 1 ano) se licenciar e mostrar o que e como cultivam e o estado poderá ter uma dimensão real da atividade, e assim monitorar e conduzir uma política publica embasada para o setor.

 

As versões anteriores do decreto eram impraticáveis, como na ultima onde não era permitido ter efluente liquido nem espécie exótica para isenção, as taxas eram fora da realidade do setor, as espécies exóticas, alóctones e híbridos eram limitadas ou impedidas, apesar de representar 98% da produção estadual. Ocorria que os produtores não se licenciavam nem o estado podia exercer qualquer ação embasada por descontrole e desconhecimento do Setor.

Esta e as próximas gerações poderão finalmente cultivar e mostrar para a sociedade os benefícios da Aquicultura, muitas vezes apontada como impactante mas que em verdade e´ em geral conservacionista, bem como os investidores terão segurança para investir na atividade.

 

Creio que ganhou a sociedade, a ciência e o respeito as legislação existente, sobre um falso ambientalismo sem embasamento e sem comprometimento social. A união e perseverança dos Produtores com o conhecimento técnico-cientifico embasados e amparados nas leis, a participação com isenção da Instituição Oficial de Pesquisa- IP, a interlocução com o Governo e vontade política, geraram um processo vitorioso.

 

A FAO cobra dos signatários como o Brasil incentivar a Aquicultura de forma sustentável, e a tecnologia atual assim permite. São Paulo com todo potencial fisco, econômico e humano para Aquicultura, engessado a mais de uma década pelo licenciamento, acompanhava pouco esta demanda atual, produzindo o possível com a abnegação e persistência de piscicultores. Agora na sai frente, modernizando e inovando o licenciamento Aquicola, mostrando um bom uso da LC140-2011, lei que transfere ao estado tal incumbência.

 

Vimos elogiar por este decreto Vossa Excelência Governador Dr. Gerando Alckmin e as oportunidades que proporcionou em 4 anos, de acertarmos um decreto que refletisse os anseios legítimos dos Piscicultores, bem como seus secretários da Agricultura e do Meio Ambiente, respectivamente Dep. Arnaldo Jardim e Dr. Ricardo Salles, que em esforço conjunto realizaram este decreto.

 

Zootecnista- Flavio Figueiredo Lindenberg

Presidente- APACLA – Associação Paulista do Setor Produtivo do Clarias.

ffl@moana.com.br

13 99638 5601 whatsapp 13 98150 3595

SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO

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Portaria
Dispõe sobre a lista de espécies aquícolas alóctones, exóticas e híbridos cultiváveis no

Estado de São Paulo

              O Diretor do Instituto de Pesca, no uso de suas competências legais, em

atendimento ao artigo 5º, do Decreto estadual nº 62.243, de 01 de novembro de 2016, e à

Resolução SAA – 73, de 24-11-2016 que dispõe sobre critérios e procedimentos a serem

seguidos pelo Instituto de Pesca para a edição e revisão da lista de espécies alóctones,

exóticas e híbridos, cujo cultivo está permitido, e os locais autorizados para o cultivo de

cada espécie;

               Considerando a Portaria 145/98 do IBAMA que estabelece normas para a

introdução, reintrodução e transferência de peixes, crustáceos, moluscos, e macrófitas

aquáticas para fins de aquicultura;

              Considerando a importância da atividade de aquicultura com fins de

ornamentação e de aquariofilia, com observância à sustentabilidade baseada de maneira

integrada em aspectos ambientais, econômicos e sociais;

               Considerando o modelo de ordenamento pesqueiro utilizado no Brasil, onde

o Ministério do Meio Ambiente- MMA, em conjunto com o Ministério de Agricultura, Pecuária

e Abastecimento – MAPA, estabelecem as espécies continentais e marinhas que podem

ser capturadas e comercializadas com finalidade de ornamentação e de aquariofilia;

              Considerando a Instrução Normativa IBAMA nº 202, de 22 de outubro de

2008, que estabelece normas, critérios e padrões para explotação com finalidade

ornamental e de aquariofilia de peixes nativos ou exóticos de águas marinhas e estuarinas;

             Considerando a Instrução Normativa IBAMA nº204, de 22 de outubro de

2008 que estabelece normas, critérios e padrões para explotação com finalidade

ornamental e de aquariofilia de exemplares vivos de raias nativas de água continental

Família Potamotrygonidae;

               Considerando a Instrução Normativa Interministerial MPA/MMA nº01, de 03

de janeiro de 2012, que estabelece normas, critérios e padrões para explotação de peixes

nativos ou exóticos de águas continentais com finalidade de ornamentação e de aquariofilia;

              Considerando os Dados dos levantamentos no Estado de São Paulo

publicados pelo Instituto de Pesca de 1994 a 2009, entre outras publicações;

             Considerando as declarações das Associações de Classe e Colônias de

Pescadores de águas continentais do Estado de São Paulo;

 

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             Considerando as discussões do Grupo de Trabalho do Instituto de Pesca

para Estudos de Espécies Exóticas no Estado de São Paulo criado pela Portaria de 11-4-

2016 e da Comissão Técnica de Aquicultura criada pela Resolução SAA – 27, de 26-6-2015;

            Considerando a existência de diferentes sistemas de cultivo de espécies

aquícolas no Estado de São Paulo e os objetivos das criações (commodities,

ornamentação, lazer, etc);

                Considerando que para a avaliação dos possíveis impactos

socioeconômicos e ambientais (impactos nas espécies nativas e possível constatação de

bioinvasão), bem como a implantação de medidas mitigadoras de escapes em aquiculturas

já existentes, deverão ser realizados estudos conduzidos por técnicos especializados, que

contemplem as informações sobre o monitoramento da atividade (aquicultura e pesque-

pague) ao longo do tempo, bem como o monitoramento pesqueiro continental (rios, lagos

e reservatórios) e marinho e das áreas envolvidas; e

              Considerando que a presença de uma determinada espécie em um corpo

d’água pode compreender tanto espécies acidentais como constantes, ou seja, que a

simples ocorrência da mesma não indica que esta se encontra estabelecida;

RESOLVE:
              Artigo 1º – Definir, por meio dos Anexos I (A, B e C), II e III, a ocorrência das

espécies alóctones, exóticas e híbridos cultiváveis no Estado de São Paulo.

Artigo 2º – Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação

28 de novembro de 2016
Diretor Técnico de Departamento

Instituto de Pesca/APTA/SAA

                           ANEXO I

LISTA DE ESPÉCIES AQUÁTICAS EXÓTICAS, ALÓCTONES E HÍBRIDOS

CULTIVÁVEIS NAS BACIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO

A – BACIA DO RIO PARANÁ

 

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ESPÉCIE
Nome comum
Peixes
Bagre do Canal
Black bass
Cachara
Carpa cabeça grande
Carpa comum
Carpa prateada
Carpa-capim
Clarias
Curimbatá do São Francisco
Jundiá Amazônico
Jurupensém
Matrinxã
Panga
Patinga
Piauçu ou Piavuçu
Pintado da Amazônia
Piraputanga
Pirarara
Pirarucu
Tambacu
Tambaqui
Tambatinga
Tilápia do Nilo
Trairão
Truta arco-íris
Tucunaré
Anfíbios
Rã-touro
Crustáceos
Camarão amazônico
Camarão branco-do-pacífico

Camarão da Malásia

Machrobachium amazonicum
Litopenaeus vannamei

Macrobrachium rosenbergii

Lithobates catesbeianus

 

Ictalurus punctatus
Micropterus salmoides
Pseudoplatystoma reticulatum
Aristichthys nobilis
Cyprinus carpio
Hypophthalmichthys molitrix
Ctenopharyngodon idella
Clarias gariepinus
Prochilodus marggravii
Leiarius marmoratus
Sorubim lima
Brycon amazonicus
Pangasianodon hypophthalmus

Pacu x Pirapitinga

Leporinus macrocephalus
Cachara x Jundiá
Brycon hilarii
Phractocephalus hemioliopterus
Arapaima gigas
Tambaqui x Pacu
Colossoma macropomum
Tambaqui x Pirapitinga
Oreochromis niloticus
Hoplias lacerdae
Oncorhynchus mykiss
Cichla spp

 

Nome científico
Tanque-rede em reservatório
SISTEMA DE CULTIVO
Barramento/

Pesque-pague

 Viveiro

escavado/

Alvenaria

Obs: Todas as espécies listadas poderão ser cultivadas em sistemas de recirculação/fechado
B – BACIA DO ATLÂNTICO SUDESTE
ESPÉCIE
SISTEMA DE CULTIVO

 

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Tanque-rede

em

reservatório

Barramento/

Pesque-pague

 Viveiro

escavado/

Alvenaria

 

Nome comum
Bagre do Canal

Carpa cabeça grande

Carpa comum

Carpa prateada

Carpa-capim

Clarias

Curimbatá do São Francisco

Dourado

Jundiá do Sul

Matrinxã

Pacu

Panga

Patinga

Piauçu ou Piavuçu

Pintado da Amazônia

Piraputanga

Pirarara

Pirarucu

Tambacu

Tambaqui

Tambatinga

Tilápia do Nilo

Trairão

Truta arco-íris

Anfíbios

Rã-touro

Nome científico
Ictalurus punctatus

Aristichthys nobilis

Cyprinus carpio

Hypophthalmichthys molitrix

Ctenopharyngodon idella

Clarias gariepinus

Prochilodus marggravii

Salminus brasiliensis

Rhamdia quelen

Brycon amazonicus

Piaractus mesopotamicus

Pangasianodon hypophthalmus

Pacu x Pirapitinga

Leporinus macrocephalus

Cachara x Jundiá

Brycon hilarii

Phractocephalus hemioliopterus

Arapaima gigas

Tambaqui x Pacu

Colossoma macropomum

Tambaqui x Pirapitinga

Oreochromis niloticus

Hoplias lacerdae

Oncorhynchus mykiss

Lithobates catesbeianus

 

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Parque da Água Branca – São Paulo-SP

Tel. (011) 3871-7542/3871-7531 e-mail- instituto@pesca.sp.gov.br

Crustáceos

Camarão amazônicoMachrobachium amazonicum

Camarão branco-do-pacíficoLitopenaeus vannamei

Camarão da MalasiaMacrobrachium rosenbergii

Obs: Todas as espécies listadas poderão ser cultivadas em sistemas de recirculação/fechado

C – BACIA DO ATLÂNTICO SUL
ESPÉCIE
SISTEMA DE CULTIVO

 

Tanque-rede

em

reservatório

Barramento/

Pesque-pague

 

 Viveiro

escavado/

Alvenaria

 

 

Nome comum
Bagre do Canal

Cachara

Carpa cabeça grande

Carpa comum

Carpa prateada

Carpa-capim

Clarias

Curimbatá do São Francisco

Dourado

Jundiá Amazônico

Jundiá do Sul

Matrinxã

Pacu

Panga

Patinga

Piauçu ou Piavuçu

Pintado da Amazônia

Pirarucu

Tambacu

Tambaqui

Tambatinga

Tilápia do Nilo

Trairão

Truta arco-íris

Anfíbios

Rã-touro

Nome científico
Ictalurus punctatus

Pseudoplatystoma reticulatum

Aristichthys nobilis

Cyprinus carpio

Hypophthalmichthys molitrix

Ctenopharyngodon idella

Clarias gariepinus

Prochilodus marggravii

Salminus brasiliensis

Leiarius marmoratus

Rhamdia quelen

Brycon amazonicus

Piaractus mesopotamicus

Pangasianodon hypophthalmus

Pacu x Pirapitinga

Leporinus macrocephalus

Cachara x Jundiá

Arapaima gigas

Tambaqui x Pacu

Colossoma macropomum

Tambaqui x Pirapitinga

Oreochromis niloticus

Hoplias lacerdae

Oncorhynchus mykiss

Lithobates catesbeianus
x
x
x

 

x
Crustáceos

Camarão amazônicoMachrobachium amazonicum

Camarão branco-do-pacíficoLitopenaeus vannamei

Camarão da MalásiaMacrobrachium rosenbergii

Obs: Todas as espécies listadas poderão ser cultivadas em sistemas de recirculação/fechado

ANEXO II

 

SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO

AGENCIA PAULISTA DE TECNOLOGIA DOS AGRONEGÓCIOS

INSTITUTO DE PESCA

Av. Francisco Matarazzo, 455 Cx.P. 61070 CEP 05001-970

Parque da Água Branca – São Paulo-SP

Tel. (011) 3871-7542/3871-7531 e-mail- instituto@pesca.sp.gov.br

LISTA DE ESPÉCIES AQUÁTICAS EXÓTICAS, CULTIVÁVEIS NO LITORAL DE SÃO

PAULO

ESPÉCIES MARINHAS DO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
Moluscos
Nome comum
Ostra japonesa ou do Pacífico
Algas

Macroalga

Crassostrea gigas
Nome científico
Kappaphycus alvarezzi
ANEXO III

 

SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO

AGENCIA PAULISTA DE TECNOLOGIA DOS AGRONEGÓCIOS

INSTITUTO DE PESCA

Av. Francisco Matarazzo, 455 Cx.P. 61070 CEP 05001-970

Parque da Água Branca – São Paulo-SP

Tel. (011) 3871-7542/3871-7531 e-mail- instituto@pesca.sp.gov.br

LISTA DE ESPÉCIES AQUÁTICAS EXÓTICAS, CULTIVÁVEIS PARA FINS DE

ORNAMENTAÇÃO E AQUARIOFILIA NO ESTADO SÃO PAULO

ORNAMENTAÇÃO E AQUARIOFILIA
Nome popular
Apaiari ou oscar
Arraia
Arraia
Arraia
Arraia
Arraia
Aruanã
Botia lohachata
Carpa
Cascudo Abacaxi
Cinolébias boquermani
Cinolébias cianeus
Cinolébias constâncie
Cinolébias magnificus
Cinolébias melanotênia
Cinolébias whitei
Cinolébias zonatus
Flying fox
Jacundá
Jejum
Kinguio, telescópio, cometa
Labeo frenatus
Pacu prata ou CD
Panga
Paulistinha ou zebrafish
Peixe Palhaço
Tetra
Tetra Red Cherry
Tricogaster
Anfíbios
Axolote
Xenopus
Ambystoma mexicanum
Xenopus laevis
x
x
Nome Cientifico
Astronotus spp
Potamotrygon leopoldi
Potamotrygon henlei
Potamotrygon motoro
Potamotrygon histrix
Potamotrygon shoederi
Osteoglossum spp
Botia almorhae
Cyprinus carpio
Pterygoplichthys pardalis
Simpsonichthys bokermanni
Austrolebias cyaneus
Simpsonichthys constanciae
Simpsonichtys magnificus
Cynopoecilus melanotaenia
Nematolebias whitei
Simpsonichthys zonatus
Epalzeorhynchos kalopterus
Crenicichla spp
Hoplerythrinus unitaeniatus
Carassius auratus
Epalzeorhynchos frenatum
Metynnis macutalus
Pangasianodon hypophthalmus
Danio rerio
Amphiprion spp
Hyphessobrycon griemi
Hyphessobrycon sp
Osphronemus goramy
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Viveiro escavado/

Alvenaria

x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Recirculação/ Sistemas

fechados